Sobre a Laeta
Quanto mais tecnológicos somos, mais humanos queremos ser
A Laeta é uma agência de comunicação construída em torno de uma ideia: Inteligência Viva. Publicidade, eventos, digital e consultoria de narrativa, num método de quatro tempos: entender, organizar, construir, conquistar.
A tese
Chegar ficou fácil. Importar ficou difícil.
Nunca foi tão simples alcançar alguém. Um disparo chega a milhares de pessoas antes do café. Uma campanha sobe numa tarde. A distribuição, que já foi o problema mais caro da comunicação, virou item de prateleira.
O que ficou difícil foi o resto. Fazer com que aquilo que você disse pese na cabeça de quem recebeu. Que sobreviva à próxima notificação. Que ainda esteja lá no dia em que a decisão for tomada.
Alcance é logística. Importância é construção.
É essa diferença que organiza tudo o que a Laeta faz. Por isso entramos antes do briefing e não paramos na entrega.
O nome
Laeta fala de condição, não de estado.
Laeta vem do latim laetus, laeta, laetum. A tradução preguiçosa é alegre. A boa é outra: fértil, próspero, abundante, favorável.
Não é o que já está feliz. É aquilo que encontrou as condições certas para crescer e dar bons frutos. Uma palavra sobre o solo, não sobre a flor.
Aquilo que ganha vida, floresce e prospera
É o que queremos que aconteça com a sua marca, com o seu evento, com a sua mensagem. Criar a condição, em vez de prometer o resultado. Foi por isso que o nome ficou.
Vocabulário da casa
Três ideias que sustentam o trabalho
Não são slogans. Cada uma resolve um problema específico e aparece em decisão de projeto, não só em apresentação.
Inteligência Viva
Inteligência que não termina no diagnóstico. Que escuta antes de propor, muda de ideia quando o dado contraria a intuição e se organiza para virar coisa feita. Inteligência morta é o relatório bonito que ninguém executou, o plano que estava certo e chegou tarde, o dado que ficou no slide 42.
Na prática: todo projeto tem um responsável que atravessa da escuta à implantação. Quem escreveu a estratégia acompanha a produção. Assim o que foi pensado e o que foi entregue são a mesma coisa.
HaaS, Heart as a Solution
Coração como solução, não como acabamento. É tratar o afeto como parte da engenharia da resposta: aquilo que você comunica precisa fazer sentido para a cabeça e caber no peito de quem recebe, senão não passa da primeira frase.
Na prática: antes de aprovar um conceito, perguntamos quem vai receber aquilo num dia ruim de trabalho e o que a peça pede dessa pessoa. Campanha que só funciona com o público de bom humor não funciona.
Mind-Centric
Construir a partir da mente de quem recebe, não do organograma de quem emite. A ordem das informações, o peso de cada argumento e a escolha de canal saem da forma como a decisão acontece de verdade, e não da forma como a empresa está organizada por dentro.
É aqui que a neurociência entra, como ferramenta e não como bandeira. O que ela nos dá é prático: a atenção é escassa, o que chega primeiro enquadra o que vem depois, o que se repete com coerência é o que fica, e o que exige esforço demais é descartado antes de ser compreendido. Isso muda a ordem de um roteiro e o peso de um argumento. Não muda a promessa. Ninguém aqui vai dizer que a sua campanha vai funcionar porque estudamos o cérebro.
Na prática: em decisão longa, com comprador técnico e vários aprovadores, a mesma mensagem precisa de três versões: a que convence quem usa, a que convence quem assina e a que sobrevive à área que pode vetar. Escrevemos as três.
O método
Entender. Organizar. Construir. Conquistar.
Quatro tempos, nesta ordem. Pular um deles é a origem da maioria dos projetos que dão errado.
Entender
Escutar até conseguir escrever o seu problema numa frase que você reconheça como sua. Se a frase não morde, ainda não entendemos.
Organizar
Hierarquia de mensagem, público, canal e sequência. A ordem sai de como a decisão se forma na cabeça de quem recebe, e não do organograma de quem emite. É a etapa que ninguém quer pagar e a que mais economiza depois.
Construir
Conceito, criação, produção, implantação. A parte que aparece. Ela só aparece bem porque as duas anteriores foram feitas.
Conquistar
Atenção não se compra, se ganha, e se perde de novo na semana seguinte. Por isso o quarto tempo não é entrega: é manutenção da conquista.
Contexto
Por que insistimos na parte humana
Não é postura simpática. É leitura de contexto.
Confiar ficou difícil, e a desconfiança já não é entre a pessoa e as instituições: é entre as pessoas. No meio disso, a marca continua sendo uma das poucas coisas que atravessam o muro. Desperdiçar essa passagem com comunicação genérica é caro.
Das pessoas no Brasil hesitam ou têm pouca disposição para confiar em quem tem valores, fontes de informação ou origem diferentes das suas.
Edelman Trust Barometer 2026, recorte Brasil, 33.938 entrevistados em 28 paísesEnxergam essa desconfiança entre pessoas como um problema a resolver, e não como algo natural da época.
Edelman Trust Barometer 2026, recorte BrasilDizem confiar nas marcas que usam, mais do que confiam em empresas em geral, na mídia, no governo, nas ONGs ou no próprio empregador.
Edelman Trust Barometer, Special Report: Brand TrustCrenças
Em que acreditamos, sem enfeite
- Marcas são feitas de pessoas. Inclusive as marcas B2B. Especialmente as marcas B2B. É por isso que a nossa página de time fala do coletivo, e não de currículos.
- O como constrói o quê. Processo ruim não gera resultado bom por acaso. Quando a entrega decepciona, quase sempre a origem está três etapas antes.
- Dado sem fonte é opinião com número. Número inventado é mentira com aparência de rigor. Todo dado que publicamos tem origem nomeada e link.
- Dizer não faz parte. Agência que aceita tudo não tem ponto de vista, e ponto de vista é metade do que você está contratando.
- A resposta certa raramente é a mais rápida. É a que aguenta a reunião seguinte.
Quer ver como isso vira trabalho? Comece por o que fazemos.
Perguntas frequentes
O que é Inteligência Viva, em uma frase?
Inteligência que não termina no diagnóstico: escuta antes de propor, muda de ideia quando o dado contraria a intuição e se organiza para virar coisa feita.
Que tipo de cliente a Laeta atende?
A gente não organiza por setor. Atendemos quem tem decisão longa, comprador técnico, muitos aprovadores e pouca margem para improviso. Isso aparece em saúde e farma, no agronegócio, na indústria, em serviço financeiro, em educação e em cultura interna. Saúde e agro são onde a bagagem do time é maior, e isso aparece já na primeira reunião.
Que experiência a Laeta tem em saúde e agronegócio?
O time construiu carreira nos dois. Em saúde, isso quer dizer conhecer a RDC 96 da Anvisa antes de criar, saber que o congresso médico é onde esse público forma opinião e contar com o ciclo de aprovação regulatória no cronograma, e não no fim dele. No agro, quer dizer entender que a mensagem tem janela de safra, que o produtor se informa por WhatsApp, por busca e por TV aberta ao mesmo tempo, e que revenda e agrônomo vão repetir o que você disse com as palavras deles. Cases a gente mostra na conversa.
Como começa um projeto?
Por um diagnóstico. Levantamos o que existe hoje, onde a mensagem se contradiz e o que o seu comprador encontra quando procura você sozinho. Esse levantamento tem valor mesmo que o projeto não avance.
Onde vejo cases?
Na conversa. Mostramos os projetos pessoalmente, com o contexto que slide nenhum carrega.
Dá para contratar um território só?
Dá, e é assim que a maioria dos projetos começa. Projetos integrados existem para quando o problema atravessa mais de um território, não como pacote obrigatório.
Vocês trabalham por projeto ou por contrato mensal?
Os dois. Campanha e evento costumam ser projeto. Digital, conteúdo e gestão de marca funcionam melhor em contrato contínuo, porque dependem de acúmulo.
A Laeta usa inteligência artificial no trabalho?
Usa, como ferramenta de pesquisa e de rascunho, nunca como autora. A máquina acelera, a pessoa decide e assina. Todo número vai à fonte primária antes de ser publicado.
Onde o trabalho acontece?
Onde o projeto pedir. Evento e produção acontecem no lugar do evento. A conversa acontece por onde for mais rápido para você, presencial ou por vídeo.
Atualizado em 20 de agosto de 2026.
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