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Eventos e experiências

Eventos e experiências corporativas: convenção, congresso e ativação

Criamos e operamos convenção de vendas, congresso e simpósio científico, ativação de marca, lançamento e experiência corporativa. Conceito, narrativa, palco, conteúdo e a operação do dia. Congresso médico e dia de campo são terreno conhecido, e o método vale para qualquer setor.

ConvençãoCongressoSimpósioAtivaçãoProdução

O cenário

O formato que mais fixa e o que menos perdoa

O setor de eventos no Brasil faturou R$ 813,5 bilhões em 2024 e responde por 4,6% do PIB nacional, segundo o III Dimensionamento do Setor de Eventos no Brasil, do Sebrae com a ABEOC Brasil e o Observatório da Indústria. É um número do setor inteiro, incluindo o sociocultural, e não só do corporativo. Vale ler com essa ressalva.

No recorte que interessa aqui, São Paulo registrou 1.511 eventos B2B de grande porte em 2025, alta de 22% sobre o ano anterior, com impacto econômico estimado em R$ 14 bilhões. A disputa por data, espaço e fornecedor ficou mais dura, e ela se resolve com antecedência, não com orçamento.

R$ 813,5 bi

Faturamento do setor de eventos no Brasil em 2024, equivalente a 4,6% do PIB nacional, considerando também o segmento sociocultural.

Sebrae, ABEOC Brasil e Observatório da Indústria, maio de 2026
1.511

Eventos B2B de grande porte realizados em São Paulo em 2025, alta de 22% sobre o ano anterior, com impacto econômico estimado em R$ 14 bilhões.

UBRAFE e SPTuris, Barômetro Eventos B2B 2025
73,3%

Dos 1.064 médicos especialistas ouvidos apontaram congressos e eventos médicos como principal canal de atualização científica, à frente de cursos online (65%) e artigos científicos (61,8%), em pesquisa de campo de 2022.

Afya Research Center, campo de 2022

Posicionamento

Evento acontece uma vez. É por isso que ele começa cedo.

Não tem segunda veiculação, não tem otimização no meio do caminho, não tem teste A e B. O que não foi resolvido no planejamento aparece no palco, na frente de todo mundo que você queria impressionar.

Essa é a parte incômoda. A boa é que nenhum outro formato fixa tanto. A pessoa não assiste ao evento: ela está dentro dele, com o corpo, o tempo e a atenção comprometidos por horas. Em saúde isso é ainda mais direto, porque o congresso não é uma opção de mídia entre outras para falar com médico. É o lugar onde ele já está, por vontade própria, procurando exatamente o tipo de informação que você tem.

Por isso não começamos pela cenografia. Começamos pela frase que a pessoa deveria conseguir repetir quando sair da sala. Se essa frase não existe, o evento vira uma sequência de coisas caras acontecendo em ordem.

E terminamos pelo que sobra. Evento bem construído não acaba quando as luzes apagam: ele vira conteúdo, argumento de venda e material de relacionamento pelos meses seguintes.

O método

Como um evento nasce aqui

Quatro tempos. Nenhum deles é a cenografia, e todos terminam antes dela.

Entender

O que precisa acontecer na cabeça de quem sai da sala, quem é essa pessoa e o que ela já ouviu de você antes.

Organizar

Jornada, conteúdo, ritmo e separação clara entre o que é científico, o que é institucional e o que é promocional. O ritmo não é estética: a atenção de quem assiste não é a mesma às 9h e às 16h, e a mensagem central é posicionada onde ela ainda está de pé. É a camada de neurociência do roteiro.

Construir

Conceito, palco, cenografia, audiovisual, curadoria e preparação de quem sobe para falar. Produção executiva junto, não depois.

Conquistar

Rodar o dia sem improviso e transformar o que aconteceu ali em conteúdo que continua rendendo depois.

Entregáveis

O que entregamos

  • Conceito, narrativa e identidade do evento
  • Convenção de vendas e encontro de força comercial
  • Congresso, simpósio e satélite científico
  • Ativação de marca, lançamento e experiência de estande
  • Curadoria e preparação de conteúdo e de palestrante
  • Produção executiva, cenografia, audiovisual e operação no dia
  • Conteúdo de desdobramento: o que sobra do evento depois que ele acaba

Setores

Os terrenos que conhecemos de perto

Evento corporativo tem a mesma engenharia em todo setor. O que muda é a regra e o público. Os dois primeiros abaixo são os que a casa já operou muitas vezes, e não os únicos que atende.

Saúde e farma

Evento com participação da indústria farmacêutica carrega regra própria. A RDC 96/2008 da Anvisa veda oferecer brindes, benefícios e vantagens a profissionais prescritores ou dispensadores (art. 5º), o que elimina uma prática inteira de relacionamento que ainda circula em outros setores. E conteúdo promocional de medicamento sob prescrição só pode ser dirigido a profissional habilitado.

Na prática, isso separa com clareza o que é conteúdo científico, o que é institucional e o que é promocional. Um evento bem construído sabe onde cada um começa e termina, e essa separação precisa estar decidida no roteiro, não no dia.

Agronegócio

Feira de campo, dia de campo, encontro técnico e convenção de canal. O produtor e o revendedor chegam com pergunta específica e pouca paciência para discurso. O evento rende quando entrega demonstração, comparação e alguém competente para responder na hora.

O calendário manda. Entre plantio e colheita existe uma janela curta em que o produtor sai da propriedade, e é ela que define a data, não a agenda do marketing. Chover muda a operação inteira, então plano B de campo não é excesso de zelo. E quem repete a sua mensagem depois é a revenda: preparar essa equipe faz parte do evento, não do pós.

Empresas B2B

Convenção de vendas, encontro de canal, lançamento para cliente e presença em congresso de terceiros. É onde a sua equipe comercial recebe o argumento e onde o cliente encontra você fora do contexto de proposta.

Cultura interna

Encontro de liderança, integração e evento de virada de estratégia. Aqui o público conhece a empresa por dentro, então cerimônia sem conteúdo é percebida na primeira meia hora.

Se o seu setor não está nesta lista, ele não está de fora. A pergunta que fazemos antes de qualquer proposta é o que precisa mudar na cabeça de quem sai da sala.

Abraço entre duas pessoas do time depois de uma entrega, sorrindo.

Perguntas frequentes

A Laeta opera o evento ou só cria o conceito?

Os dois, e preferimos os dois juntos. Conceito criado por quem não vai operar costuma quebrar no orçamento ou no dia. Quando o cliente já tem produtora, entramos no conceito, no conteúdo e na curadoria, e trabalhamos junto com quem opera.

Com quanto tempo de antecedência devo procurar vocês?

Quanto mais cedo, mais barato. Convenção e congresso de porte pedem meses. O que encarece evento não é o luxo: é a decisão tomada tarde, que vira frete aéreo, hora extra e substituição de fornecedor.

Quem escolhe e prepara os palestrantes?

A curadoria é parte do trabalho, feita com você e com quem entende do tema. Preparação também: alinhamento de mensagem, corte de conteúdo e ensaio. Palestrante bom com apresentação genérica desperdiça o horário mais caro do evento.

Vocês fazem evento híbrido e transmissão?

Sim. Mas híbrido não é apontar uma câmera para o palco. Quem assiste de casa é outro público, com outra atenção, e precisa de outro roteiro. Quando não há verba para tratar os dois direito, é melhor escolher um.

Vocês cuidam de presença em congresso de terceiros?

Sim: estande, satélite, material científico, treinamento de quem vai atender e o plano do que fazer com os contatos depois. Congresso de terceiros costuma ser o investimento com maior desperdício de aproveitamento, porque quase ninguém planeja o depois.

Que experiência a Laeta tem em agronegócio?

Dia de campo, feira, encontro técnico e convenção de canal. O que muda no agro são duas coisas. A data manda, porque o produtor só sai da propriedade na janela entre plantio e colheita. E a sua mensagem chega ao campo pela boca da revenda e do agrônomo, então preparar essa gente entra no escopo desde o começo, junto com demonstração e comparação, que é o que esse público veio ver.

Como vocês medem o resultado de um evento?

Combinamos antes. Presença e satisfação são o mínimo e dizem pouco. O que interessa é o que mudou depois: lembrança da mensagem central, reunião gerada, adoção de comportamento e conteúdo produzido a partir dali.

Dá para reaproveitar o evento em conteúdo?

Deve. É a parte mais desperdiçada de qualquer evento corporativo. Planejamos a captação junto com o roteiro, para que o material nasça no dia e não seja improvisado depois. O desdobramento é trabalho de consultoria e narrativa, e ele começa antes do evento.

Atualizado em 20 de agosto de 2026.

Tem data marcada?

Traga a data e o objetivo. O resto a gente desenha junto, começando pela frase que a pessoa leva embora.

Ao enviar, abrimos o seu WhatsApp com a mensagem pronta para você conferir. Resposta rápida, de uma pessoa de verdade. Não entra em lista de e-mail.

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