Projetos integrados
Projetos integrados: estratégia, comunicação, experiência e tecnologia
O formato para quando o problema atravessa mais de um território. Quatro frentes trabalhando o mesmo resultado, com um único dono do projeto, um único cronograma e uma única conversa com você.
O cenário
A decisão acontece antes de você entrar na sala
O relatório B2B Buyer Experience 2025, da 6sense, com cerca de 4 mil respostas em compras acima de US$ 25 mil, encontrou o número mais incômodo do mercado: em 95% das vezes, o fornecedor vencedor já estava na lista inicial do comprador no primeiro dia. E 68% dos compradores já conheciam pessoalmente alguém do time comercial de quem venceu.
O mesmo estudo mostra que o comprador conclui 61% da jornada antes de falar com qualquer fornecedor. Quando o processo formal começa, a maior parte da decisão já foi tomada, por familiaridade e por relação.
Isso desmonta uma ideia comum: a de que o trabalho de comunicação é convencer no momento da proposta. Não é. É estar presente, coerente e confiável muito antes, em pontos de contato que quase ninguém coordena entre si.
Das vezes, o fornecedor vencedor já estava na lista inicial do comprador no primeiro dia do processo.
6sense, B2B Buyer Experience Report 2025Dos compradores já conheciam pessoalmente alguém do time comercial do fornecedor que venceu a concorrência.
6sense, B2B Buyer Experience Report 2025De distância entre o que se espera das empresas para facilitar confiança (71%) e o desempenho percebido delas (41%), no recorte Brasil.
Edelman, 2026 Trust Barometer, relatório BrasilPosicionamento
O custo de fragmentar aparece no conjunto, nunca na peça
Quando campanha, evento, site e conteúdo são feitos por fornecedores diferentes, ninguém é dono da coerência. Cada peça está certa sozinha e o conjunto não constrói nada. O comprador não separa por fornecedor: ele encontra tudo junto e forma uma impressão só.
O vão de confiança medido pela Edelman no Brasil, 30 pontos entre expectativa e desempenho percebido, é o menor vão entre as instituições avaliadas, junto com o do próprio empregador. Isso diz algo direto: proximidade reduz desconfiança. E coerência é proximidade em escala, porque é o que faz a empresa parecer a mesma pessoa em todo lugar onde ela aparece.
Projeto integrado não é vender quatro serviços de uma vez. É colocar um dono na coerência, um cronograma no lugar de quatro e um relatório no lugar de um por fornecedor. Quando isso não é necessário, dizemos, e você contrata só o território que resolve.
Inteligência Viva
O método
Como um projeto integrado nasce aqui
Quatro tempos, aplicados ao conjunto e não a cada peça isolada.
Entender
Diagnóstico do que existe hoje, de onde a mensagem se contradiz e do que o seu comprador encontra quando procura você sozinho.
Organizar
Plataforma de marca, prioridade das frentes, cronograma único e governança: quem decide o quê, em que prazo, com qual critério. A ordem entre as frentes não é logística: a lembrança se forma por repetição coerente em pontos diferentes, e é isso que define o que entra primeiro. É a camada de neurociência do plano.
Construir
Campanha, evento, digital e conteúdo produzidos sob a mesma direção, com reaproveitamento planejado entre as frentes.
Conquistar
Medição integrada, leitura conjunta e ajuste de rota. Um painel só, com o efeito do conjunto e não a soma de relatórios.
Entregáveis
O que entregamos
- Diagnóstico e estratégia de comunicação
- Plataforma de marca aplicada a todos os pontos de contato
- Campanha, evento, digital e conteúdo sob um cronograma único
- Governança: quem decide o quê, em que prazo, com qual critério
- Medição integrada, não um relatório por fornecedor
Para quem é. E para quem não é.
É para você se a sua marca aparece em muitos lugares e não parece a mesma em nenhum deles. Se você gasta mais tempo alinhando fornecedores do que decidindo o que fazer.
Não é para você se o seu problema é pontual e bem definido. Nesse caso contrate um território só, gaste menos e resolva. Vender projeto integrado para quem precisa de uma campanha é encarecer o óbvio.
Setores
Onde o formato integrado costuma aparecer
O integrado nasce do tamanho do problema, não do ramo da empresa. Estes são os cenários em que ele aparece com mais frequência, começando pelos dois em que a casa tem mais rodagem.
Saúde e farma
Lançamento de produto com campanha médica, simpósio, material de força de vendas e área restrita no site, tudo sob a RDC 96/2008 da Anvisa e o mesmo calendário de aprovação. É o cenário clássico em que a fragmentação custa caro: quatro fornecedores fazendo quatro versões do mesmo claim, com quatro leituras diferentes da norma. E como a regra separa o que é científico, o que é institucional e o que é promocional, essa separação precisa valer igual no congresso, no site e na mão do representante.
Agronegócio
Safra tem data, e a comunicação inteira depende dela. Campanha, feira, conteúdo técnico e relacionamento com a revenda precisam entrar no ar na mesma janela, falando a mesma língua com produtor, agrônomo e canal. Perder a janela não adia o resultado: joga para o ciclo seguinte, o que em agro significa um ano.
Empresas B2B
Reposicionamento, entrada em nova categoria e disputa de concorrência longa. Aqui o projeto integrado responde diretamente ao que os dados mostram: a decisão se forma antes do processo formal, em pontos de contato que precisam contar a mesma história.
Cultura interna e transformação
Mudança de estratégia, fusão de áreas e programa de cultura. O público interno percebe incoerência antes de qualquer cliente, porque convive com a prática todos os dias. Comunicação interna desalinhada da externa vira desconfiança nas duas pontas.
A lista poderia ser maior. O critério é simples: quando a mesma história precisa aguentar quatro pontos de contato diferentes, o formato integrado se paga.
Perguntas frequentes
Projeto integrado é mais caro?
No contrato, costuma ser. No total, costuma sair mais barato, porque some o retrabalho de alinhamento e a duplicação de produção entre fornecedores. Mas isso depende do caso, e a gente mostra a conta antes.
Preciso demitir minhas outras agências?
Não. Em vários projetos a Laeta assume a coerência e o cronograma, e as agências que já funcionam bem continuam. O que não funciona é ter dois donos da estratégia.
Quem é o meu ponto de contato?
Uma pessoa. Não um comitê, não um canal de chamados. Projeto integrado com atendimento fragmentado é a mesma fragmentação com outro nome.
Como começa?
Por um diagnóstico. Levantamos o que existe hoje, onde a mensagem se contradiz e o que o seu comprador encontra quando procura você sozinho. Esse levantamento tem valor mesmo que o projeto não avance.
Vocês são especializados em algum setor?
Saúde e agro são onde a casa tem mais quilometragem, e isso encurta o diagnóstico: já conhecemos o calendário de aprovação regulatória de um lado e o calendário de safra do outro. Mas especialização aqui é sobre tipo de decisão, não sobre setor. Se a sua compra é longa, técnica e coletiva, o formato integrado responde do mesmo jeito.
Quanto tempo dura um projeto integrado?
Mais do que uma campanha e menos do que um casamento. Coerência é acúmulo, então o formato pede horizonte de meses e revisão periódica. O escopo e a duração saem do diagnóstico, e a saída é combinada desde o começo.
Vocês trabalham com o time interno do cliente?
Sim, e preferimos. O time interno sabe coisas que nenhuma agência descobre em três meses. O nosso papel é organizar e construir, não substituir quem já conhece a casa.
Como vocês reportam resultado com tantas frentes juntas?
Com um painel só, combinado antes de começar, que lê o efeito do conjunto. Relatório por frente esconde o que interessa: campanha e evento podem ir bem sozinhos enquanto a impressão geral não muda.
Atualizado em 20 de agosto de 2026.
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